Você faz bolo, conserta, costura, vende roupa, presta serviço — e quer receber no PIX pra vender mais. O problema é que, pra receber "como negócio", normalmente te pedem conta no banco, às vezes CNPJ, papelada e até comprovação de renda. E você só quer vender. Este texto é pra você que nunca ouviu falar da PixGo nem entende nada de cripto: vamos explicar, sem juridiquês, como ela coloca você pra receber PIX em poucos passos, sem abrir conta PJ.
- A PixGo processa o PIX pra você (com instituições de pagamento) — você não monta estrutura nenhuma.
- Pra começar: cadastro simples e a sua carteira PixGo; depois do cadastro, a PixGo valida a sua conta.
- Não precisa ter CNPJ nem abrir conta PJ pra começar: dá pra usar com o seu CPF.
- O dinheiro chega como DePix (a stablecoin do real: 1 DePix = R$ 1) na sua carteira até o fim do dia seguinte — sua porta de entrada pro mercado cripto.
- 2% por venda (+ R$ 1 nas vendas de R$ 10 a R$ 49,99) e R$ 0,50 pelo envio do dia para a carteira, sem mensalidade nem contrato — você corta o custo fixo e sobra mais no fim do mês.
- Ferramentas pra vender inclusas: link de pagamento, loja online sem mensalidade, QR Code e cobrança recorrente.
Por que receber PIX "como negócio" costuma travar
O PIX em si é fácil: o cliente paga pelo app do banco. O chato é o caminho pra você poder receber de forma organizada e profissional. Quem já tentou sabe:
- Te pedem pra abrir uma conta PJ, com CNPJ, taxa e mensalidade.
- Tem papelada e comprovação de renda pra liberar limites maiores.
- O processo demora dias — e você quer vender hoje.
- Quem está começando, é informal ou MEI muitas vezes nem consegue passar nessa burocracia.
É exatamente essa parte chata que a PixGo resolve. E que fique claro: a PixGo não briga com a sua maquininha — a gente nem trabalha com cartão, só com PIX. A nossa sacada é tirar a burocracia entre você e o seu primeiro recebimento.
A sacada da PixGo: a gente processa o PIX pra você
Funciona assim: a PixGo, junto com instituições de pagamento, processa o PIX por você. Ou seja, você não precisa montar uma estrutura no banco nem abrir conta PJ. Você faz um cadastro simples e liga a sua carteira PixGo; com a conta validada, já pode gerar cobranças.
Na prática: o cliente paga um PIX comum, do banco dele, e o valor entra pra você como DePix — pense nele como a stablecoin do real (1 DePix = R$ 1), guardado na sua carteira PixGo. Você não precisa entender de cripto pra usar: é abrir, receber e usar, como um aplicativo qualquer.
O caso da Dona Maria, da confeitaria

A Dona Maria faz bolos e doces por encomenda em casa. Ela queria receber dos clientes de um jeito mais profissional, mas não tinha CNPJ e travou na burocracia: o banco pedia documento, comprovação, abertura de conta empresa. Resultado: ela continuava recebendo PIX na conta pessoal, sem organização e com medo de dar problema.
Com a PixGo foi diferente. Ela fez o cadastro, criou a carteira e, com a conta validada, gerou a primeira cobrança. O sistema gera um QR Code e um código PIX Copia e Cola: ela manda no WhatsApp ou mostra na entrega, o cliente paga o PIX normal, e o valor chega na carteira dela como DePix até o fim do dia seguinte. Sem abrir empresa e sem conta PJ. Ela só precisou querer vender.
O caso do Marcos, marceneiro

O Marcos faz móveis sob encomenda e recebe valores altos de uma vez — um armário planejado, uma cozinha inteira. Pra ele, o que mudou o jogo foi outro ponto: além de receber o PIX de forma simples, sem abrir conta PJ, ele descobriu que o saldo dele já é cripto.
Como ele compra madeira e ferragem cotadas em dólar, ele guarda parte do que recebe em dólar digital dentro da própria carteira PixGo — escolha dele, sabendo que a cotação sobe e desce. Foi a forma mais simples que ele achou de dar o primeiro passo no mundo cripto — sem corretora, sem complicação, partindo de algo que ele já entende: o PIX que ele recebe das vendas. Quando precisa, volta pra real e saca.
Como funciona na prática (4 passos)

É mais simples do que parece, e você não precisa saber nada de tecnologia:
- 1. Cadastre-se com usuário, e-mail, telefone e senha (e um código de confirmação que chega no seu e-mail).
- 2. Ligue a sua carteira: crie a PixGo Wallet em wallet.pixgo.org (ou use outra carteira da rede Liquid) e salve e valide o endereço em Meu Perfil.
- 3. Conta validada: depois do cadastro, a PixGo valida a sua conta, como faz qualquer plataforma de pagamento.
- 4. Gere uma cobrança com o valor (mínimo R$ 10) e o CPF ou CNPJ de quem vai pagar: o sistema gera um QR Code e um código PIX Copia e Cola — mande no WhatsApp ou mostre no balcão. As instituições de pagamento exigem que o PIX saia de uma conta desse mesmo documento, e o DePix chega na sua carteira até o fim do dia seguinte.
Quer começar a receber PIX sem precisar abrir conta PJ?
Criar minha contaAs ferramentas que você ganha pra vender
Receber é só o começo. Dentro da PixGo você tem um kit pra vender de várias formas, sem pagar nada a mais por isso:
- Link de pagamento — gere um link e mande no WhatsApp, story ou bio; o cliente abre e paga em PIX. Veja em como criar um link de checkout.
- Loja online (Minha Loja) — monte uma vitrine com seus produtos e frete, e links de produto com cupom de desconto, sem mensalidade. Passo a passo em configurar a Minha Loja.
- QR Code — mostre no balcão ou na entrega pro cliente pagar ali mesmo; dá até pra ter um QR Code fixo.
- Cobrança recorrente — pra quem tem cliente de mensalidade ou assinatura, a cobrança chega sozinha todo mês. Entenda em PIX recorrente automático.
- API e integração — se você (ou seu dev) quer plugar no seu sistema, tem API pra desenvolvedores.
Tudo isso entra na mesma tabela de taxas por venda — sem módulo pago, sem plano premium, sem pegadinha.
Sua porta de entrada pro mercado cripto (sem susto)
Tem uma vantagem que vai além de só receber: como o seu dinheiro já entra como DePix (a stablecoin lastreada no real), a PixGo vira a forma mais simples de você dar o primeiro passo no mundo cripto. Você parte de algo familiar — o PIX da sua venda — e, se quiser, dolariza, guarda, ou explora outras possibilidades, tudo na mesma carteira. Sem precisar abrir conta em corretora, sem termos complicados. Quem quiser só receber e sacar em real, também pode. O ritmo é seu.
E o imposto? Fica tranquilo
Pra deixar claro, porque é uma dúvida honesta de todo comerciante: a PixGo não é jeitinho pra fugir de imposto. Venda é venda, e você declara o que recebe como faria normalmente. O que a PixGo te dá é simplicidade pra começar a receber, sem montar estrutura no banco.
Menos taxa, mais dinheiro sobrando no fim do mês
Aqui é honesto e simples: a PixGo cobra 2% por venda (nas vendas de R$ 10 a R$ 49,99, 2% + R$ 1), mais R$ 0,50 por envio para a sua carteira, que é a tarifa da PixGo pelo envio do dia seguinte. E só. Não tem mensalidade, não tem aluguel de nada, não tem contrato e não tem fidelidade. Vendeu, paga a taxa daquela venda. Não vendeu no mês? Não paga nada.
É aí que sobra mais dinheiro no seu bolso. Muita solução de recebimento cobra mensalidade fixa, que cai vendendo ou não. Trocando isso por uma taxa só quando entra dinheiro, a conta fecha melhor todo mês:
- Faturou R$ 10.000 no mês em 50 vendas de R$ 200? Na PixGo são 2% = R$ 200, mais R$ 0,50 por envio diário (um por dia com vendas, somando as vendas do dia), sem mensalidade por cima.
- Não teve movimento numa semana? Custo zero te esperando — você não paga pra ferramenta ficar parada.
- O DePix chega na sua carteira até o fim do dia seguinte, todos os dias, inclusive fins de semana e feriados.
Não é mágica — é simplesmente cortar taxa e custo fixo, e o que sobra fica com você.
PixGo vs montar estrutura no banco
Pra ficar visual, de um lado o caminho tradicional de receber "como negócio" (a estrutura no banco), do outro a PixGo:
| Banco / estrutura PJ | PixGo | |
|---|---|---|
| Pra começar a receber | Abrir conta, muitas vezes PJ, papelada e comprovação de renda | Cadastro com e-mail, senha e carteira; depois, a PixGo valida a conta |
| Mensalidade / pacote de tarifas | Comum, todo mês mesmo sem vender | Não tem |
| Taxa por recebimento | Tarifas de conta PJ por transação | 2% por venda (+ R$ 1 de R$ 10 a R$ 49,99) e R$ 0,50 por envio para a carteira |
| Contrato / fidelidade | Comum | Não tem |
| Custo quando você não vende | As tarifas continuam caindo | Zero |
A economia real aqui é cortar o custo fixo e a burocracia de montar uma estrutura só pra poder receber — você troca um monte de taxa de manutenção por uma taxa só quando vende.
Perguntas frequentes
Preciso de banco ou CNPJ pra começar?
CNPJ não: dá pra começar com o seu CPF. O cadastro é simples, você liga a sua carteira PixGo e, depois do cadastro, a PixGo valida a sua conta. A PixGo, com instituições de pagamento, processa o PIX pra você — então você não precisa abrir conta PJ nem montar estrutura no banco. Se você é MEI, continua MEI normalmente.
Preciso entender de cripto pra usar?
Não. Você usa como um aplicativo comum: abre, recebe, usa e saca. O DePix (a stablecoin do real) sempre vale 1 real — você não precisa acompanhar cotação nem nada.
Meu cliente precisa baixar alguma coisa?
Não. Pra ele não muda nada: paga um PIX comum, pelo banco que ele já usa — e as instituições de pagamento exigem que o PIX saia de uma conta do mesmo CPF ou CNPJ informado na cobrança. A mudança é só do seu lado.
Em quanto tempo eu começo a receber?
Depois do cadastro, você liga a sua carteira e a PixGo valida a sua conta. Com a conta validada, você já gera cobranças, e cada venda chega na carteira até o fim do dia seguinte.
Como eu transformo em dinheiro na minha conta?
Depois que o DePix chega na sua carteira, você saca em PIX de volta pra sua conta quando quiser, pelo botão da própria carteira.
Você já faz a parte difícil: vende e entrega. A PixGo cuida de uma coisa só — colocar você pra receber PIX de forma simples, sem conta PJ, e ainda te abrir a porta do mercado cripto. Crie sua conta e, com a conta validada, gere sua primeira cobrança.